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03 . Dezembro

Como captar a atenção do seu cliente com o Google?

A internet é o meio favorito para compras de 74% dos brasileiros. E a pandemia só fez o índice, que já era alto, aumentar. Mas, para essa ferramenta dar o resultado esperado, é preciso se conectar com seu público e falar diretamente com ele – e suas necessidades. Aqui, vamos apresentar algumas ferramentas que podem te ajudar nessa jornada.

O Google dispensa apresentações. É ali que a maioria das pessoas procura saber sobre o resultado do jogo, a previsão do tempo e, às vezes, dar aquela pesquisada nos preços dos produtos que mais querem. É aí que está a deixa de sua empresa. Note que a estratégia do Google é extremamente relevante porque é o consumidor que dá o primeiro passo em direção à compra. O interesse já está ali, basta cativá-lo para converter. E isso nos leva ao primeiro ponto:


Invista nos interesses de seu público

A primeira ação aqui é a mais básica em uma estratégia de marketing baseada em pesquisa: definir suas palavras-chave. Recomendamos que se comece com uma estratégia de correspondência ampla primeiro.

Esta característica permite que suas palavras-chave apareçam nas pesquisas relacionadas quando o consumidor pesquisar algum termo. A inteligência do Google vai mostrar a sua palavra-chave mesmo que o usuário tenha cometido algum erro ortográfico ou pesquisou algo que não era bem aquilo.

Depois disso, deixe o Google trabalhar por você com os lances automáticos. Principalmente a ferramenta de lances inteligentes. Essa solução controla o desempenho de suas palavras-chave e apresenta relatórios com diversas métricas para análise. É com base nessas métricas que a inteligência vai otimizando o que está dando certo e deixando mais de lado as palavras com menos conversão ou interesse de seu público. As escolhas da máquina são customizáveis e podem ser redirecionadas a qualquer momento. Mas é necessária uma certa experiência para tanto.

Outra estratégia bem interessante é utilizar os anúncios de Discovery do Google. São aqueles anúncios em YouTube e Gmail, que utilizam os dados do usuário e os interesses fornecidos por sua empresa para conectar os dois. O alcance, nem preciso dizer, é enorme.

Por último, não é bem uma ferramenta, mas uma dica de amigo: chame o seu cliente para ação. A estratégia de busca com foco em conversão é mais para vender e menos para conhecer. Aposte em seus pontos fortes e avalie o seu desempenho. E, claro, não desista na primeira tentativa.

Pergunte-se: você conhece seu público?

É surpreendente o número de vezes que estamos enganados sobre uma pessoa, não? Agora imagina um grupo de pessoas. Pesquisas de público são caras e um tanto difíceis de fazer, então grande parte das empresas preferem apostar na percepção de seus funcionários.

Dá para fazer melhor do que isso. O Google permite criar formulários de leads, que serão mostrados como anúncio. Normalmente, este tipo de estratégia é usada para medir o quanto as pessoas conhecem sua marca quando comparadas a outras, ou o que elas sentem quando pensam em sua empresa.

É uma ótima ferramenta para entender melhor seu público, coletando dados brutos para sua análise. Mas lembre-se: as pessoas não estão na internet esperando por formulários para responder. É preciso ser curto e direto ao ponto. Utilize essa estratégia apenas quando se quer uma informação que não dá para mapear com os dados das pesquisas de palavras-chave.

Permita-se testar

Depois de implantar os passos acima, é hora dos testes. As funções da mídia programática (como são chamados os anúncios do Google) são muito vastas. Afinal, a ferramenta está sempre aprendendo mais e mais sobre o comportamento de seus usuários para nos entregar resultados mais assertivos.

Uma das primeiras ações a se fazer depois que os anúncios estiverem rodando é criar blocklists (listas negativas) e whislists (listas positivas). A primeira lista se refere às palavras-chave em que você não quer sua marca relacionada. E a segunda, é uma listagem das palavras-chave ideais, nas quais você quer que sua empresa sempre apareça. Faça isso depois de analisar em quais palavras-chave as pessoas estão encontrando seu negócio – e avaliar se o resultado é bom ou ruim.

Crie o hábito de analisar periodicamente seus resultados. Apostar mais no que dá certo e menos no que dá errado é bom. Mas entender o motivo do erro ou do acerto é ainda melhor. Para isso, varie os formatos de anúncio e suas segmentações. Só porque uma ideia não deu muito certo, não quer dizer que ela deva ser descartada. Muitas vezes, é uma questão de ajuste de formato e/ou público.

E por último, conecte os objetivos off-line e online. O cliente que já é consumidor de seu produto/serviço deve ter uma experiência similar ao se conectar com sua marca pelo seu site ou rede social. E vice-versa. Uma comunicação integrada passa mais confiança e credibilidade para o público.
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Parece fácil, mas uma vez que mergulhamos no mundo dos anúncios, não paramos mais de aprender. E ao ver a quantidade de informação a ser absorvida, muitas marcas desistem do potencial do Google. Mas não precisa ser assim.

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